Carine Gonçalves, Advogado

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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · ano passado
Acho extremamente válida a residência jurídica. Faz muita falta mesmo. Todo advogado em início de carreira bate cabeça pra pegar o jeito, pois de fato, o beabá da prática jurídica não se aprende na faculdade, nem mesmo no estágio supervisionado e muito menos nas carteiras de sala de aula durante o curso da disciplina "Prática Processual". Mas tem um detalhe: o residente deveria receber uma bolsa e não pagar por isso. E a bolsa, necessariamente, deveria ser em valor superior à bolsa do estágio, no mínimo em 30%, de preferência o dobro mesmo (100%), pois o estágio se dá durante a graduação e a residência já se dá em nível de pós graduação (não no sentido acadêmico, mas no sentido de que se dá após o bacharelado e a inscrição definitiva na Ordem). Tem isso também: jamais se poderá agregar essa exigência para receber a inscrição definitiva. Isso não está na lei. A inscrição definitiva se dá ao se passar no exame de ordem. Em outras áreas, a residência se dá quando o profissional já está habilitado para exercer a profissão. O médico residente, por exemplo, responde pessoalmente pelo ato médico e tem os mesmos direitos e deveres do profissional de medicina, pois ele já está inscrito no CRM. Então, a não ser estes "poréns", eu acho que a possibilidade de uma residência jurídica para novos advogados é uma boa ideia, mas precisa ser melhor desenvolvida.

Na prática, o que ocorre é que os escritórios acabam explorando os serviços do jovem advogado, que "paga para trabalhar" e aprender alguma coisa, e aceita condições desumanas de trabalho em troca de "ganhar experiência". A residência deveria vir justamente para acabar com isso e não pra agravar a situação do jovem advogado em termos financeiros.
Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 2 anos
"discriminação contra crianças e adolescentes que são seres humanos em formação e que podem se sentir frustrados, abalados em suas expectativas, com atitudes discriminatórias". Há que se tomar cuidado com essa assertiva. Discriminação é algo muito diferente de limitações e restrições. Como você mesmo disse, "pais, com um mínimo de bom senso, educarão seus filhos". E faz parte do educar, impor limites sobre onde as crianças podem ou não podem ir. Frustar uma criança não é ato discriminatório. Uma criança se sente frustrada com todos os nãos que escuta até aprender que a vida tem limites. Desde não comer doces antes do almoço a não usar o xbox na hora do estudo, chegando ao ponto em questão: não ir em ambientes que não sejam destinados a elas. Simples assim. Os pais têm que poder dizer aos seus filhos: "vocês não vão, vovó ficará com vocês, lá não é ambiente para crianças" e ponto final. Sem que isso se transforme em uma questão jurídica de direitos da criança e do adolescente. Aliás, o maior direito que uma criança e um adolescente tem é o de ser educado, sendo esse mesmo o maior dever dos pais. Na minha opinião, os pais de hoje estão tão confusos e inseguros que não estão educando seus filhos, a eles permitindo tudo, para não "frustrar suas expectativas" e nem "ofender seus direitos" e estão, na verdade, criando uma geração de monstros, que acham que tudo podem e tudo os convêm, doa a quem doer. Na minha infância eu era terminantemente proibida de incomodar minha mãe na hora da novela. Aquele era o momento relax dela, após um longo dia de tarefas. E se eu insistisse, meu pai era o primeiro a chamar minha atenção. O mesmo sobre o telefone. Se minha tia da "capital" telefonasse, minha mãe passava uma hora conversando com ela. Eu não consigo manter uma conversa de 3 minutos com uma amiga que tenha filhos pequenos sem ser interrompida com um "depois te ligo". Hoje minhas amigas com filhos pequenos não têm um único segundo de paz em suas casas e dizem mesmo que não "têm tempo de acompanhar séries ou assistir um filme que seja, a menos que seja um filme infantil e que a TV só fica ligado no Discovery Kids e etc etc". Isso tem que acabar. E não é nenhum ato discriminatório que existam ambientes que sejam exclusivos e apropriados para diferentes públicos. Essa intolerância às avessas também tem que acabar. Temos que aceitar as diversidades. Isso sim é justo e libertador.

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